Vim falar sobre o próximo lançamento da Editora Arqueiro: "A Viagem do Tigre". Seu lançamento foi confirmado para o dia 21 de novembro de 2012. Encontrei a capa, os primeiro capítulos e esse breve texto sobre o livro, que parece ser muito bom.
Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar
pelo verdadeiro amor?
Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer
desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a
água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores. Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e
tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua
repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os
dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar
seus objetivos. Em A viagem do tigre,
terceiro volume da série A maldição
do tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada em direção ao seu
verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas,
corações partidos e ação de primeira. A épica saga dos tigres já foi lançada em 18 países e ocupou os
primeiros lugares na lista dos mais vendidos do The New York Times. “A viagem do tigrealterna com maestria uma aventura extraordinária e um
romance delicado. A história vai agradar a todos os fãs da série, que irão
aguardar ansiosos pelo quarto livro.” – Booklist **** Eu senti um estalo, um clique, um puxão. Meu coração
disparou e um fogo surgiu dentro de mim. Ele me consumiu, e eu queimei com um
calor que não sentia havia muito tempo. Beijei Kishan com uma paixão
desnorteada e intensa, e ele retribuiu meu ardor multiplicando-o por 10. Meu
coração se abriu. Minha conexão tinha voltado. Eu estava inteira mais uma vez. Foi então que algo enorme atingiu o deque atrás de mim. Ouvi
som de madeira quebrando e um estalo. Meu corpo vibrou com o impacto e o choque
me fez perder o equilíbrio. Mas Kishan me firmou com facilidade, embora nossos
lábios tenham se separado. Eu pensei: O que é isto? Um dragão? Um meteorito? Fiquei piscando estupefata, sem acreditar, quando uma
cadeira de piscina passou voando por mim com um assobio e caiu no mar. Kishan
olhou para mim, confuso, e então ficou paralisado quando ouviu uma voz irada no
escuro, vinda de algum lugar acima de nós, que ameaçava:– Solte-a. Agora.
Olá leitores do Blog Ex Libris! Hoje é terça feira, ou seja, dia de post sobre seriados. E como já puderam perceber, falarei sobre a maravilhosa série The Walking Dead! Não esqueçam de comentar alguma coisa (positiva ou negativa) e nem de nos seguir nas redes sociais e curtir nossa página no facebook. Espero que gostem!
Gênero: Terror, drama, apocalipse zumbi.
Classificação Indicativa: 16 a 18 anos.
Duração: 40 a 45 minutos aproximadamente.
Criador: Frank Darabont.
Roteiristas: Frank Darabont,Charles H. Eglee, Adam Fierro, Glen MazzaraeRobert Kirkman.
País de origem: Estados Unidos.
Elenco Principal: Andrew Lincoln,Jon Bernthal, Sarah Wayne Callies, Laurie Holden, Steven Yeun, Chandler Riggs, e Jeffrey DeMunn.
Emissora original: AMC.
Emissoras brasileiras: FOX Brasil e Band (futuramente).
Transmissão original: 31 de outubro de 2010 (EUA) e 02 de Novembro de 2010 (BRA) – atualmente. Nº de temporadas e episódios: 3 temporadas – 23 episódios.
The Walkind Dead é um seriado estadunidense baseado na série de histórias em quadrinhos que leva o mesmo nome. Quando lançados nos EUA, os gibis não fizeram grande sucesso, no entanto, com o tempo, foram ganhando grande prestígio. Aqui no Brasil, eles são publicados através de volumes encadernados pela HQM Editora. No mês passado, a editora passou a publicar mensalmente as HQs, assim como é feito nos Estados Unidos.
O seriado foi lançado em 2010, e claro, fez um sucesso estrondoso. Quebrou recordes de audiência na TV paga estadunidense, conquistando cada vez mais um número imenso de fãs. Atualmente, a série encontra-se em seu terceiro ano, que particularmente estou adorando, já que trás diversas novidades e personagens novos.
A primeira temporada de The Walking Dead se inicia contando a história de Rick, um policial de uma pequena cidade da Geórgia que é baleado durante um confronto com criminosos. Após certo tempo, Rick acorda em um hospital, não totalmente recuperado, em um mundo pós-apocalíptico tomado por zumbis. À medida que explora o hospital e seus arredores Rick fica cada vez mais nervoso e aflito. Encontra diversos mortos, e alguns, quase mortos, se é que me entendem. Todo mundo o qual ele conhecia havia desaparecido, assim como as pessoas de sua vizinhança, seus amigos e sua família. Após o grande choque inicial, Rick encontra pessoas que o ajudam a se restabelecer, para, a partir daí, encontrar sua mulher, Lori (você irá odiá-la) e seu filho, Carl (outro muito tapado).
O início da série também é centrado em um grupo de sobreviventes que se encontra em uma clareira, e outra parte desse grupo, que foi a busca de suprimentos em Atlanta, uma das grandes cidades que fora tomada por “walkers” (denominação dada aos zumbis). A partir do segundo episódio, a storyline de Rick e a do grupo se interligam e a verdadeira luta pela sobrevivência começa.
Os personagens dessa série são muito bem construídos e processo de mudança por qual passam é constante. Eles evoluem a cada episódio e tentam se adaptar ao novo mundo no qual são obrigados a viver, a não ser que cometam suicídio (forma de escape encontrada por alguns). No início, são mais humanos, mais sensíveis. No entanto, os princípios os quais defendiam em seu antigo universo são postos a prova a todo o momento. E são nessas horas que os personagens têm que decidir se querem sobreviver ou se querem continuar mantendo sua humanidade. Meus preferidos são Rick, apesar de achá-lo um pouco heróico demais e, Gleen e Andrea, que fazem parte do grupo fixado na clareira. Já ia me esquecendo de Jim! Ele quase não aparece, porém, quando isso ocorre é de forma muito marcante. Só tenho uma coisa a dizer sobre ele: Tenho medo de seus sonhos (ou pesadelos).
Uma coisa que achei que me incomodaria bastante em The Walking Dead foi o fato do objetivo principal dos personagens ser a sobrevivência. Isso sempre me fez desistir ou até não assistir séries do tipo, porque, geralmente, elas ficavam cansativas e repetitivas. Acho que isso não ocorreu porque a temporada é muito curta. Possui apenas seis episódios, o que considero um ponto positivo, já que assim a trama se torna ágil e frenética, e não cansativa de assistir.
A série mistura luta por sobrevivência com ótimas cenas de ação (as melhores de todo seriado), e ótimos zumbis. A maquiagem e os efeitos especiais que eles conseguem inserir constroem walkers dignos de perfeição. Alguns chegam a dar arrepios. Além disso, o drama pessoal de alguns personagens sempre está presente. Alguns chegam a nos comover e outros nos deixam com certa raiva (Lori feelings).
Eu indico demais essa série. Só não o faço para pessoas que não curtem cenas com muita ação, morte e sangue. Outra coisa que precisam saber é que diversos personagens morrem ou seguem outros rumos. Então, uma dica é que não se apeguem a todos eles. Lógico que há os que estão na série até hoje, porém nunca se sabe o que pode ocorrer. Diversos personagens que eu gostava já morreram até a terceira temporada e acredito que isso vai continuar ocorrendo. É uma das marcas da série.
Enfim, classifico essa temporada como ótima (quase excelente) porque mesmo tratando das tramas com uma rapidez, algumas histórias no meio de tudo não me fizeram ficar interessado. Mas, conheço pessoas que gostaram dessas storylines. Então, acaba sendo uma questão de gosto.
Deixo a seguir a promo do primeiro episódio da temporada intitulado “Days Gone Bye”:
PS: Necessito dos gibis mensais da HQM! Mas, como moro em uma cidade pré-histórica, está bem difícil de encontrar. Alguém se habilita?
Olá seguidores do Blog Ex Libris! Hoje é dia de invasão aqui no blog, e eu vou invadir o espaço de resenhas de livros da Larissa com um post do livro ''Os dias do Cervo''. Toda quinta irei postar alguma coisa. Espero que gostem! “Vim
para deixar memória de uma grande e terrível batalha. Talvez uma das maiores e
mais terríveis que foram travadas contra as forças do Ódio Eterno. E foi quando
uma era terminava e outra, nefasta, estendia-se até os últimos refúgios.” “Os Dias do Cervo” é uma excelente ficção
argentina muito bem recebida pela crítica e pelo público latino-americano. O
livro conquistou diversos prêmios, como Feira do livro de Buenos Aires e Prêmio
Fantasia, ambos em 2000, ano em que foi publicado no exterior.
O primeiro volume da trilogia “A Saga dos
Confins” é dividido em três partes e
narrado em terceira pessoa. Conta a história do povo de um continente chamado
Terras Férteis, uma terra na qual seus habitantes de diferentes costumes,
línguas e crenças convivem plenamente com a natureza e uns com os outros (ou
não), apesar de suas disparidades.
Quando os Grandes Astrônomos prevêem que
estrangeiros advindos das Terras Antigas pretendem embarcar naus em seu
território, esses sábios se encontram em uma encruzilhada: O povo das Terras
Férteis deve recebê-los com a alegria de um reencontro ou com a tristeza de uma
guerra?
Nesse contexto a família do guerreiro Dulkancellin
é inserida, iniciando a primeira parte da história. Composta por sua mãe, Velha
Kush, e seus filhos Thungur, Kume, Piukemán, Kuy-Kuyen e Wilkilén, esse grupo
vive n’Os Confins, uma região do continente ocupada pelo povo husihuilke. Povo
de homens guerreiros e fortes e de mulheres doces e belas.
A cotidiana vida dessa família husihuilke é
abalada com a chegada de Kupuka, um bruxo amado por todos os husihuilkes, e
posteriormente, Cucub. Através deles Dulkancellin descobre que fora escolhido, dentre todos de
seu povo, para comparecer a um concílio na Casa dos Astrônomos, em Beleram,
onde iria decidir, junto com representantes de todos os outros povos das Terras
Férteis, como deveriam receber os estrangeiros vindos do outro lado do mar
Yentru.
A segunda parte da obra é centrada na
viagem de Dulkancellin a Beleram e no próprio concílio, no qual uma decisão é
tomada. Somos apresentados a todos os representantes das raças das Terras
Férteis. A última parte é a mais movimentada de
todas. Muitos acontecimentos e revelações chocantes ocorrem. Pararei por aqui,
caso contrário revelaria muitos spoilers. Posso dizer que é minha parte
preferida das três.
De todos os personagens podem-se destacar
Dulkancellin e Cucub. De mais odiados passaram a ser meus preferidos. Dulkancellin
era o líder de família quieto, seco, rígido. É certo que a obra retrata tempos
passados, e a maioria dos líderes de família eram dessa maneira, mas essas
características não deixaram de me irritar. O problema de Cucub era diferente.
É um personagem aberto, extrovertido e engraçado. O que não me deixou
satisfeito com ele foi o fato de ele ser enrolado. Através da orelha do livro
temos uma idéia do que vai acontecer, e o personagem gastou páginas e páginas
para deixar claro tudo o que já sabíamos. Achei isso muito entediante. Foi o
que me fez desistir da obra pela primeira vez. Talvez fosse melhor se tivesse
lido o livro sem nenhuma informação sobre ele, mas isso é algo muito difícil de
acontecer. Quem inicia uma leitura sem ler a contracapa ou a orelha do
livro?
Como já escrevi, eles passaram de odiados a
favoritos. Isso se deu através da mudança. A partir da segunda parte da obra esses
dois personagens passam por situações nas quais a rapidez e comunicação são
imprescindíveis. Dessa forma, Cucub torna-se mais objetivo e Dulkancellin mais
comunicativo, fazendo com que o conheçamos melhor. Os personagens se
desenvolvem e apresentam lados, que em suas vidas cotidianas, não seriam
apresentados.
Adorei a Velha Kush, típica anciã sábia e
amável. Os filhos de Dulkancellin não têm muito espaço, mas quando se tornam
presentes é sempre de maneira marcante, no caso dos meninos, e encantadora, no
caso das meninas.
Particularmente, achei a obra muito bem escrita.
E a tradutora do livro, Sandra Martha Dolinsky,
utilizou algumas palavras não muito usuais no nosso vocabulário,
o que deu ao livro um ar ancestral. A linguagem também é muito interessante. É
poética, mas ao mesmo tempo clara e prática. Senti-me ouvindo a história
diretamente de um ancião como velha Kush ou Kupuka. Maravilhoso.
Segundo a contracapa, ao decorrer do livro podem-se
observar algumas tradições celtas e latino-americanas, o que me chamou muita
atenção e foi um dos fatores que me fizeram comprá-lo. Gostei muito de todas as
lendas e tradições apresentadas. Se eram celtas, eu não sei, mas com certeza
eram latino-americanas. Além do mais, Bodoc deixa muito explícita a correlação
da história das Terras Férteis com a descoberta da América pelos europeus, o
que foi um fator marcante no livro.
No geral “Os Dias do Cervo” é um ótimo
livro de fantasia. E sim, está em nível de diversos livros que circulam no
mercado internacional. No entanto, pecou no desenvolvimento inicial do livro e, na minha opinião, na personalidade de alguns personagens, deixando o começo da obra meio entediante. Por isso classifiquei com quatro estrelas.
Queria terminar essa resenha pedindo a
vocês, leitores, que dêem chances aos livros nacionais e latino-americanos.
Existem livros muito bons, e alguns, até melhores que os estrangeiros. Não é
certo julgar um livro através da nacionalidade de um autor. Todos têm as mesmas
chances de serem ótimos escritores, independentemente do local no qual
nasceram! Não estou pedindo que deixem de ler os livros estrangeiros (quem vai
fazer isso? u.u), mas que dêem uma variada nas suas leituras. Pensem bem sobre as
histórias que vocês podem estar perdendo!
PS: Procurando informações sobre a saga
encontrei um blog da própria Liliana Bodoc! Nele ela compartilha textos, fotos,
entre outras coisas inéditas relacionadas à saga. O que mais gostei no site
foram os desenhos dos personagens deixados pela autora. São muito lindos! Pra
quem quiser acessar: http://elartedelosconfines.blogspot.com.br/
PSS: Esperando o lançamento da seqüência,
apesar de estar com medo de a autora escrever algo repetitivo. =S Abraços, T. L. Lima
Criador (es) e Roteiristas:Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan (RIB, para os mais íntimos).
País de origem: Estados Unidos
Elenco Principal:Lea Michele, Cory Monteith, Matthew Morrison e Jane Lynch.
Emissora original: FOX
Emissoras brasileiras: FOX Brasil e Rede Globo (com dublagem lamentável).
Transmissão original: 19 de maio de 2009 — atualmente
Nº de temporadas e episódios: 4 – 70 episódios.
Quando lançada em 2009, Glee foi considerada uma série inovadora. Trouxe, pela primeira vez o estilo musical para o formato de seriado, encantando muitos telespectadores norte-americanos e, posteriormente, de todo o mundo. Atualmente a série está em seu quarto ano e já ganhou diversos prêmios em variadas categorias do Globo de Ouro, Emmy Awards, SAG Awards, Teen Choice Awards, entre outros.
A primeira temporada da série se inicia contando a história de Will Schuester, um professor do colégio William McKinley High School, em Lima, Ohio, que possui o sonho de fazer com que o antigo Glee Club no qual participava quando adolescente se torne um sucesso novamente. Atuando como professor no colégio, Will assistiu o Clube do Coral perder sua qualidade e popularidade cada vez mais, já que não ganhava uma competição nacional há anos. O Glee Club havia virado motivo de chacota na escola. Para os adolescentes fúteis e populares, participar desse clube havia se tornado suicídio social. Will queria reverter essa situação. Colocar o Glee Club no topo da escola novamente. E, principalmente, ajudar seus alunos problemáticos através da música e da arte.
Por meio de audições e alguns processos ilegais (como colocar maconha nas coisas de um aluno), Will consegue reunir novos integrantes para o Glee Club, o nomeando de New Directions ou Novas Direções.
Will encontra diversos obstáculos durante o treinamento do New Directions para as competições. Além de sua mulher, Terri, que o atrapalha bastante com seu consumismo e superficialismo, Schue possui uma grande inimiga no colégio: Sue Sylvester, treinadora das líderes de torcida (cheerios). Sue é a grande vilã da temporada. Não quer perder prestígio e nem capital investido em suas cheerios para o New Directions.
Entre as dificuldades que envolvem o mundo de “Glee Clubs”, a série também nos conta a história pessoal de seus diversos personagens. Além de Will e Sue, personagens muito explorados são os alunos Rachel Berry, uma manipuladora egocêntrica filha de dois pais gays, Finn Hudson, o popular jogador de futebol americano, Kurt, gay não assumido e Quinn, uma popular cheerio. Emma, a orientadora da escola também aparece bastante.
Outros personagens como Artie Ambrans, um nerd cadeirante, Mercedes Jones, uma diva negra e Tina, uma garota tímida e gaga, também têm certo destaque, mas menos que os citados acima.
Em meio a toda a história são postas diversas apresentações feitas pelos personagens. Covers de diversos estilos, para ser mais específico. Glee mistura Broadway, Rock Clássico, Pop, Rap e diversos outros estilos musicais.
Em minha opinião, a primeira temporada é a melhor de todas, pois focava nos personagens que eu mais amava. Seus problemas e preconceitos sofridos eram tão reais que chegavam a ser palpáveis. A série fez com que eu me preocupasse com cada um deles. Que sofresse com suas derrotas, vibrasse com suas alegrias e situações engraçadas. Rachel Berry me conquistou desde a primeira vez que a vi. A personagem me atraiu desde os pôsters promocionais. Muita gente não gosta dela, e, provavelmente, na vida real eu também não gostaria. Ela é controladora, egocêntrica e cheia de manias malucas. Mas, ao mesmo tempo, tem um bom coração, e só quer fazer parte de algo especial.
- Being a part of something special, makes you special, right? – Rachel Berry, Glee.
Os outros personagens também me conquistaram. Dou ênfase a Kurt, que tem uma história linda na primeira temporada. Luta para assumir a sua sexualidade. Enfrenta seu pai, Burt e todos os homofóbicos presentes na escola. É praticamente impossível não amar Sue e suas maluquices todas. Ela é a vilã perfeita. Gostei também muito da Quinn, com sua trama perfeitamente comum, e que se tornou especial por ela fazer parte de um grupo como o New Directions. Emma e Shue são perfeitos também. Mercedes também... Vou acabar citando o elenco inteiro dessa série (lol). Para vocês sentirem a intensidade do meu amor pela série e por seus personagens!
A temporada decorre perfeitamente bem. O roteiro perfeitamente amarrado e coerente, personagens bem desenvolvidos, a maioria das músicas relacionadas às histórias, o humor impressionantemente diferente e qualidade “perdedora” dos personagens. Acho que essa última foi uma característica marcante da série. Os underdogs passaram a ser os protagonistas. Passaram a ter espaço. Isso fez com que as pessoas se identificassem mais.
Classifico a temporada como ótima e não excelente porque, por incrível que pareça, RIB conseguiu produzir um episódio dentre 22 que é extremamente chato. Acafellas. Gravem o nome da chatice em forma de episódio. Enfim, quase cinco estrelas!
PS: A série fez um sucesso tão grande que CDs com os covers foram lançados e alcançaram um nível significativo de vendas. Os atores saíram em turnê pelos Estados Unidos e Inglaterra. Livros também foram lançados.
PPS: A primeira temporada da série apresenta alguns problemas de edição bem visíveis. Consegui identificar alguns, mas não me importo com isso. E vocês?
TRAILER DE “PILOT”, PRIMEIRO EPISÓDIO DA TEMPORADA:
A história se passa em Nova York, entre um mundo que a maioria de nós não conhece, a vida dos adolescentes herdeiros da elite da cidade. Eles estudam em escolas exclusivas para meninos ou meninas, onde mantem um desempenho exemplar para que consigam ser aprovados em boas universidades. Eles tem acesso a privacidade, liberdade e dinheiro ilimitados e não dão nenhum valor a isso, nem se importam com qualquer opinião ou atividade alheia que não os afete diretamente. Vivem com seus problemas pessoais mínimos e cotidianos, muitas compras, festas e bebida.
Os personagens principais fazem parte do triangulo amoroso entre Blair, Serena e Nate. No primeiro livro, Serena Van der Woodsen foi expulsa do internato, e não faltam burburinhos e histórias sobre o que aconteceu durante esse ano com ela (Gravidez, trafico de drogas, envolvimento com macumba, sexo desregrado, entre outros). Blair, sua melhor amiga antes dela deixar sua escola de NY, ficou desamparada sem sua amiga, que mandava um ou outro email mal-explicado durante esse tempo. Enquanto isso Nate Archibald fica completamente confuso com a chegada de Serena –SPOILER- Afinal de contas, eles tinham perdido a virgindade juntos no verão antes dela ir embora -SPOILER- , e Blair fica completamente enciumada, já que eles começaram a namorar depois que Serena foi para o internato, e é completamente visível que ele baba por ela. Loura dos olhos claros, Serena era não só uma típica Van der Woodsen, mas era a mais chamativa garota em qualquer lugar. Blair vai ficando cada vez mais irritada com sua mãe, recentemente abandonada pelo pai que se revelou gay, um novo namorado da mãe brega e iritante (na cabeça de Blair), e a garota está pronta e ansiosa para perder a virgindade com Nate, mas é sempre interrompida no meio de seu "filme romantico".
Opinião Pessoal
Escolhi essa série porque foi a primeira que li na vida e que me influenciou a ler outras coisas, e me surpreendi quando li de novo para fazer esse post, pois toda a minha visão mudou completamente, e como eu li ela há 5 anos, muitas coisas que pareciam absurdas passaram a ser completamente normais. Na época, logo nos primeiros capítulos me assustava com os comentários de sexo, drogas e bebida, que hoje, infelizmente, acabam fazendo parte do meu cotidiano círculo de convivência.
Eu gosto bastante porque é um livro bem simples, mas transporta minha menta à outra realidade, me tirando um pouco (ou bastante) da minha.O narrador é em 3ª pessoa, mas deixa bem claro o pensamento dos personagens na maioria das vezes, mas mesmo assim, em cada capítulo você pode ser facilmente transportado para a vida de um deles.
É muito complicado escolher um personagem como favorito, porque cada hora você sente alguma coisa diferente por um, afinal, Cecily soube expor bem o lado mau e bom de cada personagem. Mas como estamos falando do primeiro livro apenas, eu simpatizei muitíssimo com a Blair. Apesar da classe social dos amigos, você acaba encontrando alguém que você conhece no meio desse pessoal, talvez você consiga encontrar a si mesmo(a) nele. O livro se passa em mais ou menos duas ou três semanas, não tem a linguagem muito elaborada, mas detalha algumas cenas, e outras passa batido por qualquer detalhe, depende bastante da situação. É uma leitura prática e bem rápida, para mim durou em torno de 4 horas (separadas em 3 dias), pelas 253 páginas, contando com créditos e tudo mais, além de uma letra média, com textos com uma grande margem.
Cecily Von Ziegezar nasceu em 1970, atualmente com 42 anos. Ela teve como sua primeira publicação e maior Best Seller Gossip Girl, que teve seu auge em algum momento entre 2006 e 2007, e foi as telas norte americanas no segundo semestre de 2007. O interessante é que ela foi uma das que viveu essa vida privilegiada, e conta a história então, ciente da realidade.
O papel usado é off-white 80g/m2, que eu particularmente considero o melhor, porque é meio amarelado, o que faz ser uma leitura confortável por bastante tempo, e não é uma folha nem áspera nem lisa demais, bem fácil de passar. Quase não se encontra o livro em versão econômica (digo sobre a versão em português, não em inglês), e este custa em torno de 38 reais (pesquisa de outubro de 2012).
Graças ao seu conteúdo inútil eu vou colocar 4 estrelas para esse livro, porque conteúdo é essencial. As outras estrelas são créditos ao resto das qualidades.
PS: A série é completamente ridícula diferente, não se enganem.
Olá, futuros leitores do Blog Ex
Libris! Nesse primeiro post vamos escrever os porquês do blog ter sido criado.
Então vamos aos motivos!
1- Amamos livros, séries, e
filmes.
2- Queríamos compartilhar nossas experiências e opiniões com outros
leitores, afinal, é sempre bom quando a gente encontra outra pessoa com uma
opinião muito semelhante com a nossa. A gente acaba gostando de tudo que a
outra pessoa gosta. Daí o lado bom de tantos blogs. Você sempre encontra e
acompanha um preferido.
3- A última
e mais importante razão. Nós somos da mesma sala de aula e andamos juntos.
Cursamos o segundo ano, que agora já está bem no finalzinho (passou bem rápido
por sinal). Mas infelizmente, no fim do terceiro ano, cada um vai pra um canto,
cada um vai estudar o que tanto almejou, e vamos nos separar como a maioria faz
depois do vestibular. Então a nossa saída foi criar o Blog, onde manteremos
contato a todo custo (assim espero), e ainda vai ser um modo de lazer depois de
tanto estudo (tanto pra passar no vestibular, quanto pra faculdade).
O nome vem da indicação de
livros de certa família. Começou na época medieval, quando a família marcava o
livro com o sobrenome logo em seguida da expressão "Ex Libris" em
latim. A tradução crua é "livro de" ou "de livros", mas é
usado como "Da biblioteca de" na maior parte dos casos. Vale
ressaltar que ficamos decepcionados por não sermos os únicos a conhecer essa
expressão, já que lutamos pra conseguir "blog-exlibris" (pois é, da
pra ver pelo - no meio. Mesmo assim, valeu à pena.)
Apresentações:
Cacau:
Oi lindinhos, Sou a Cacau Moreira, tenho 17
anos, meus posts serão em vídeo (1 bj =*), e serão sobre filmes. Tenho uma
coluna só minha haha (parei, vocês vão achar que eu sou metida). Postarei as
quartas e espero que gostem!
XOXO, Cacau Moreira
Dudu:
Hello everybody! Meu nome é Luís Eduardo e tenho 17 anos. Vou cuidar das relaçoes externas do blog (como parceria com editoras ou outros blogs) e talvez escrever alguma resenha (não tenho muita confiança pra escrever agora no início). Eu gosto de series, filmes, programas, música e, de certa maneira, livros. Assim eu e meus amigos manteremos o blog sempre atualizado!
L.E.P.P.
Lary:
Eiiiiii =) Meu nome é Larissa, também conhecida
por Feto, Doritos, Pelada, entre outros, mas aqui eu sou Lary Moraes. Eu tenho
15 anos, assim sendo a mais nova dos autores do Blog. Sou apaixonada por
musica, desenho, internet e TV. Eu amo ler. Às vezes por curiosidade, às vezes
pra estudar coisas que eu acho interessante, e às vezes pra entrar em outro
mundo. Aqui eu vou falar principalmente sobre livros, mas nada impede que eu
invada o espaço da Cacau e do Thiago uma vez ou outra. Vejo vocês nas segundas
então =*
See ya, Lary Moraes
Thiago:
Olá pessoal! Meu nome é Thiago, tenho
16 anos e irei escrever sobre séries, livros e filmes aqui no Blog Ex Libris.
Minha série favorita e Glee e não tenho um livro ou filme preferidos. É meio
impossível escolher um só. Espero que gostem dos meus posts. Com certeza
colocarei toda minha sinceridade neles! Abraços para todos!PS: Comentem! Críticas construtivas
são sempre bem vindas. Estou aqui para aprender comigo mesmo e com vocês!
T. L. Lima
Organização Semanal:
2ª Feira: Resenhas de Livros - Lary Moraes
3ª Feira: Resenhas de Séries – T. L. Lima
4ª Feira: Resenhas de Filmes - Coluna da Cacau
5ª Feira: Dia da Invasão e Especiais
6ª Feira: Notícias/Novidades
Sábado: Vários
Domingo: Descanso kkkk
Dia da Invasão: Alguém foge da sua área comum pra falar sobre outro
assunto.
Notícias/ Novidades: Lançamentos, adaptações para cinema/TV, entre
outros.